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Posted by: webmaster2 on Wednesday, September 01, 2004 - 01:30 Print article Printer friendly page  Email to a friend Send this story to a friend
Comportamento

Por Adriana Sommer da Costa
Psicóloga e Sexóloga

As fases de nossa sexualidade infantil, na teoria freudiana e seus reflexos na vida adulta.

Quando o nosso ilustre Freud, o pai da psicanálise, nos diz, que a maioria (para não citar todos) de nossos problemas de relacionamento vem da infância, precisamos pelo menos, em parte, concordar com algumas de suas considerações teóricas. Tomemos como ponto de partida a sexualidade infantil. Somos seres sexuados, nascemos com um sexo masculino ou feminino. A sexualidade cresce conosco e nos acompanha até o fim de nossas vidas. Como iremos lidar com a nossa sexualidade já se torna um capítulo à parte de todo esse processo sexual que motiva o ser humano. Mas uma coisa é certa: é no começo de nossas vidas, na infância, que tudo começa, inclusive a descoberta da sexualidade e aí sim nascem as raízes de nossa vida sexual, que trarão ou não dificuldade para nossa vida adulta.

Os problemas e/ou dificuldades por nós encontrados são, em sua maioria, os reflexos de algumas etapas mal resolvidas em nossa infância.

E que etapas são essas que ajudam a construir nosso caráter e formar nossa personalidade?

Essa discussão irá abordar estritamente o ponto de vista psicanalítico de Freud, afinal de contas, foi ele quem descobriu os princípios sobre a teoria da sexualidade e sua íntima relação com a construção de nossa personalidade.

Revendo um pouco as descobertas de Freud sobre a sexualidade infantil, a libido, que nada mais é que uma espécie de energia sexual, atravessa algumas fases no desenvolvimento neurofisiológico da criança, até que esta se torne um adulto apto à realização do ato sexual.

As fases e suas características:

- Fase oral: de zero a um ano de idade. Essa etapa oral de organização da libido constitui o primeiro momento do desenvolvimento psicossexual, o­nde todo e qualquer prazer é sentido pela boca. Freud nos diz que o objeto de satisfação desta etapa é o seio materno, com o qual cada criança estabelece uma relação definida pela sucção. O alimento, o leite materno e/ou a mamadeira podem produzir uma agradável sensação com a deglutição, o engolir, ou desagradável (regurgitação). E esses dois modos de atividade oral são os protótipos de muitos traços de caráter que podem aparecer mais tarde.

- Fase anal: de 2 a 3 anos de idade. Também tem como característica fundamental a busca pelo prazer, porém esse prazer agora se desloca da boca para o ânus e reto, isto é, o prazer é sentido agora no instante da evacuação.

É por volta do segundo ano de vida que a criança, sem abandonar completamente o prazer oral, começa a privilegiar as excitações provenientes da zona anal, decorrentes do jogo fecal e mictório. Durante a evacuação a criança mantém as nádegas em contato com a urina ainda quente e excrementos pastosos lhe propiciam sensações agradáveis. E o contrário também existe, ou seja, a criança denota sinais de desprazer quando a urina e as fezes começam a esfriar em seu corpo. O aprendizado da higiene e a educação exigem, por parte da criança, uma estreita regularidade das excreções, o que impõe uma dupla norma:

- A criança não deve sujar-se com excrementos e urina;

- As excreções devem se efetuar em horas mais ou menos estabelecidas

Sendo assim, teremos como resultado deste processo, na maioria das crianças, uma certa adaptação a essas exigências, assumindo o prazer de figuras na estima dos pais. São inúmeros os traços de caráter que têm sua origem no estágio anal.

- Fase fálica: essa fase tem seu início ao término do segundo ano de vida, quando a criança começa a renunciar ao prazer obtido na manipulação dos conteúdos fecais. A passagem da fase anal para o acesso à fase fálica não se dá de maneira espontânea.Ela ocorre quando a criança se vê obrigada, em nome de uma estética (“sujo”, “feio”, “caca”), a abandonar seu objeto de prazer: as fezes. Contudo, este abandono somente pode ser efetivado com sucesso quando a mãe e/ou a pessoa que cuida se revela uma pessoa amável, isto é, capacitada a substituir as fezes, tidas até então como objeto de satisfação.

Para meninos e meninas, o desenvolvimento da organização da libido ocorre, de modo geral, de maneira idêntica, ou seja, não há diferença sexual. É praticamente inexistente a separação psíquica dos gêneros masculino e feminino.

Para a criança, na fase fálica, existe “um só órgão” ou, mais precisamente, uma única espécie de órgão sexual: o “falo”. Em psicanálise, o termo “falo” conserva o significado da expressão grego-latina.

É preciso entender que o falo não é o pênis. Este significa, mais precisamente, um órgão genital comum, em sua espécie, ao gênero humano, tratando-se, conseqüentemente, de um órgão essencialmente imaginário. É comum que meninos e meninas vislumbrem, respectivamente, este falo no pênis ou no clitóris. Podemos pensar, então, que a criança, inicia uma atribuição de prazer, a região genital, que decorre das excitações provenientes da micção, que traz uma crescente importância na manifestação da sexualidade.

E finalmente vem a fase do complexo de Édipo, que nada mais é que a constituição central da teoria freudiana da personalidade. A história das fases do desenvolvimento, que marcam de maneira tão nítida o caráter humano, é a história deste acoplamento materno-infantil: fase oral, anal e fálica.

A criança passa na fase oral por uma simbiose com a mãe e/ou pessoa que cuida, já que esta se torna a única fonte alternativa de sobrevivência. Se não tivéssemos os cuidados de terceiros, poderíamos morrer. Devido a isso, somos obrigados, de uma maneira ou de outra, a criarmos vínculos emocionais para que essa mãe e/ou provedora venha nos atender. Podemos verificar com isso que o autismo é uma das possíveis conseqüências desse processo, caso não haja esse vínculo emocional, essa simbiose necessária à fase oral da criança. Já aos dois anos, a criança está passando para a fase anal, o­nde vai aprender a se relacionar com o mundo, tanto na absorção como na expulsão de conteúdos através das fezes. Também nessa fase, a criança já possui aquisição da linguagem, a percepção de que existe o outro (embora a visão seja totalmente egocêntrica). Se a passagem por essa fase for estabelecida de maneira mal resolvida, pode se dar a transformação de tais crianças em adultos com manifestações de poder tirânicas.

E é aos três anos de idade, aproximadamente, que a criança está passando pela fase fálica, na qual há uma delineação sobre a percepção de papéis na sociedade. Inicia-se então uma modelagem cultural e também os pré-conceitos do que é ser menina ou menino. Instala-se nessa fase a noção de poder e o aumento de interesse pelo próprio corpo, principalmente pelos genitais, se manifestando através da masturbação, do exibicionismo, e pela tendência a ter maior contato físico com o sexo oposto. Surgem também fantasias sexuais, que geralmente estão associadas à masturbação. Quando essa fase fálica é mal administrada, pode gerar adultos com comportamento bissexual ou até mesmo de psicopatia.

Com a chegada da fase genital, mais conhecida como o complexo de Édipo, cada criança irá introjetar seu papel, fazendo uma interação com seu genitor do mesmo sexo e agindo de maneira mais hostil e sedutora com seu genitor de sexo oposto, num interjogo de aprendizagem.

Quando existe algo de conflitante nessa etapa da vida da criança, isto é, quando há por parte de um dos pais e/ou provedora comportamentos de hostilidade ou até mesmo ausência, o aprendizado dessa fase irá causar danos psicológicos, o que conseqüentemente se refletirá diretamente nos relacionamentos sexuais futuros.

Conseguimos chegar na essência da questão, pois ao nos relacionarmos sexualmente com alguém, estamos sempre nos redescobrindo através desse alguém que escolhemos, como se o outro fosse um espelho, e assim vamos assimilando, reconhecendo ou até mesmo diferenciando esse outro de nós.

O que ocorre, na verdade, e numa linguagem mais simples para uma boa compreensão, é que ou nós conseguimos retirar todo o prazer que cada fase proporciona (e nos tornamos adultos emocionalmente saudáveis), ou nos fixamos a uma ou mais fases gerando a falta de entrega emocional e distúrbios nos relacionamentos.

De qualquer forma, é em nossas relações íntimas, que estamos sempre numa busca contínua e inconsciente de resgate de nossa resolução edípica, para nos tornarmos seres humanos autênticos na busca de prazer e satisfação plena e feliz!


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